Os Fenômenos de Licantropia são Anômalos ou Naturais?
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Os Fenômenos de Licantropia são Anômalos ou Naturais?
Para a ciência convencional, o termo "anômalo" é usado para descrever tudo o que não se encaixa nos modelos científicos atuais. No entanto, segundo a nossa teoria, partimos de um princípio fundamental: Não existe o sobrenatural.
Se um evento ocorre no espaço-tempo, produz som, altera a temperatura e interage com a matéria, ele é, por definição, natural. Os Fenômenos de Licantropia não violam as leis da natureza; a Ciência Materialista apenas não descobriu ou se recusa a estudar esses fenômenos.
O que chamamos de "anomalia" é apenas uma fronteira de conhecimento.
1. A Natureza Invisível: Assim como o oxigênio e as ondas de rádio eram "invisíveis" e "mágicos" antes dos instrumentos corretos, o fluido ectoplasmático e o perispírito são elementos da natureza que aguardam sua plena catalogação.
2. A Mecânica do Fenômeno: Quando um lobisomem se manifesta, ele não suspende as leis da física. Ele as utiliza de forma exótica:
2.1 Termodinâmica: O resfriamento do ambiente (endotermia ou, em outros casos, exotermia) é a prova de que há troca de energia real.
2.2 Acústica: Em alguns relatos, o colapso da forma por pressão acústica prova que a estrutura é mantida por ressonância molecular.
2.3 Deslocamento: Quando a testemunha relata que a criatura quebrou galhos, cercas ou deixou pegadas profundas na terra, isso significa que houve a aplicação de uma força (F = dp/dt, variação do momento linear no tempo) e, consequentemente, de uma pressão (P =dF/dA, força aplicada em área de contato).
Investigamos o calor, o movimento e o torque porque esses são os "rastros" da natureza na manifestação. Ao mapear essas variáveis, transformamos o Mito em Dado.
Se é Natural: Pode ser estudado, compreendido e, eventualmente, previsto.
Se fosse "Sobrenatural": Estaria fora do alcance da razão, o que não é o caso.
O anômalo de hoje, portanto, é a física de amanhã.
Se você presenciou um fenômeno, você não testemunhou uma "quebra da realidade", mas sim um evento de Física de Fronteira. Nosso objetivo não é provar que o "impossível" (o fenômeno lobisomem) existe, mas demonstrar que o que parece impossível é apenas uma lei natural ainda não escrita.